segunda-feira, 24 de maio de 2010

Austrália expulsa diplomata israelita

O assassinato, no Dubai, do líder do Hamas (perpetrado pela Mossad)  fez a sua segunda vítima diplomática: depois de o Reino Unido ter expulsado um agente da Mossad, a Austrália expulsa um diplomata israelita. A polícia australiana considera provado que os «serviços secretos» israelitas falsificaram passaportes de cidadãos australianos alheios às embrulhadas israelo-palestinas.

É melhor do que nada. As atitudes mundiais perante Israel dividem-se em duas metades quase perfeitas: os lunáticos anti-semitas que acham que cada bomba num infantário judaico é merecida, e os falcões de sofá que defendem que Israel não deixa de ser um Estado de Direito por recorrer ao assassinato e à tortura. Enquanto a questão estiver polarizada entre estes dois extremos, o labirinto israelo-palestino não terá saída.