segunda-feira, 24 de maio de 2010

As peripécias das monarquias

Situações semelhantes a esta podem ocorrer em Repúblicas. Não devem faltar prestáveis amigos de empresários dispostos a apresentar A a B. A diferença é que, se se confirmar o envolvimento do «princeso», ninguém o poderá demitir.

5 comentários :

  1. Não, o principe pode ser demitido do cargo público que desempenha.

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  2. Mas não pode deixar de ser princípe. Se cometesse um crime, creio que nem poderia ser devidamente processado.

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  3. Há um argumento querido dos monárquicos que cai aqui por terra:

    mesmo educados para servirem o país, acabam também muitas vezes a servirem-se primeiro a eles próprios...

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  4. Exacto. Seriam independentes das tentações, das fraquezas dos comuns dos mortais, etc. Tudo em virtude da educação. Um dos argumentos mais infantis dos monárquicos, esse.

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  5. pois, se a avó da vizinha tivesse rodas, era uma bicicleta.

    para começar, a sarah ferguson era uma plebeia rica (agora titulada pobre) e nunca foi educada para servir coisa nenhuma.

    depois, o título de "príncipe" do andré não lhe traz função pública automática. se descobrires o artigo na constituição britânica que define tal coisa, dou-te um doce.

    "creio que nem poderia ser devidamente processado"

    onde está a jurisprudência em que te apoias para afirmar isto? por comparável à imunidade parlamentar, é?

    por falar em parlamento, ninguém é rei em inglaterra se o mesmo não quiser.

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