segunda-feira, 31 de maio de 2010

Espíritos porcalhões em campanha pelo totalitarismo do orgasmo depravado

O autor das linhas abaixo dispensa apresentações. É o homem que alegra muitas segundas-feiras livre-pensadoras, e que mais gargalhadas saudáveis provoca num país que, sem ele, seria muito mais cinzento.
  • «Esta lei não surgiu do nada. Ela constitui apenas o mais recente passo de uma vasta campanha de promoção do erotismo, promiscuidade e depravação a que se tem assistido nos últimos anos. Por detrás de leis como o aborto, divórcio, procriação artificial, educação sexual e outras está o totalitarismo do orgasmo. Parece que o deboche agora se chama "modernidade". Mas se um dia, em vez de uma maioria porcalhona, tivermos um parlamento nihilista, espírita, xenófobo ou iberista, o que salva a identidade nacional?»
Ó grande César, em frente nessa campanha pelo totalitarismo do orgasmo! Que o Parlamento um dia seja espírita ou porcalhão, ou as duas coisas ao mesmo tempo! E que o Parlamento te vote uma estátua enquanto grande promotor do moderno deboche depravado!

(E se fizéssemos uma subscrição nacional para oferecer uma assinatura anual da Playboy portuguesa ao grande César?)