domingo, 21 de fevereiro de 2010

Israel: uma democracia assassina?

O primeiro ministro da democracia israelita terá dado ordem directa para assassinar o líder do Hamas num hotel do Dubai.Terão sido usados passaportes diplomáticos europeus (falsos).


A Mossad tem uma longa história de operações deste género. O consenso interno (em Israel) parece ser de que são necessárias. Mas não é possível conviver com isto e continuar a considerar Israel um modelo de respeito pelos Direitos do Homem. Com apoio maioritário ou não, há actos que desonram quem os tolera ou, pior, os promove.

5 comentários :

Filipe Castro disse...

Israel é uma república religiosa e tremendamente racista que desumanizou "o inimigo" e portanto não tem escrúpulos em assassinar, torturar e espoliar pessoas. Como disse Tom Friedman, os israelitas falam dos árabes como se eles fossem todos "terroristas": os "terroristas" as mães e as mulheres dos "terroristas" e os filhos dos "terroristas".

O facto de ser um estado religioso não ajuda: o deus do Antigo Testamento incita os judeus ao genocídio em várias passagens bem conhecidas.

Anónimo disse...

Pois é verdade, parece que o coitado se dedicava ao negócio de import-export de flores ornamentais.

Que a terra lhe seja pesada e que depressa outros criminosos islamofascistas como ele lhe façam companhia.

Ricardo Alves disse...

Nem tudo é válido nesta luta, anónimo.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Robert Faurisson disse...

"Mes ami"... I$rael foi "criado" em 1948 graças ao embuste do holocau$to....
Israel pode mentira a vontade... demonizar seus inimigos etc. etc...
e ainda reclamam dos nazis....
grand hipocrisie!!!