segunda-feira, 31 de maio de 2010

Revista de blogues (31/5/2010)

  1. «O poder de um ditador dificilmente se pode chamar república. Poder de 1 = mono + arquia. (...) Uma República que não tem eleições livres, que não tem separação de poderes e que tem um ditador vitalício, a que só uma cadeira teve a coragem de pôr fim, é uma impossibilidade conceptual. O fascismo português, baptizado de «corporativo, democrático-orgânico e anti-parlamentar» como então se aprendia no 7.º ano dos liceus, na OPA, é o que queiram chamar-lhe mas, na minha opinião, não foi república.» (Ponte Europa)
  2. «É, com efeito, muito simples: se proibimos o desrespeito - de bom ou mau gosto - pela homossexualidade, como não o proibiremos pela sexualidade em geral? Se o proibimos pelo casamento homossexual, como não o proibiremos pelo casamento tout court? Ou pelas convicções políticas e religiosas? Ou pelas tradições culturais?» (Vias de Facto)