segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Revista de blogues (19/12/2011)

  • «Sabe qual é a exportação nacional mais bem sucedida das últimas décadas? Não, não são os têxteis nem o calçado, ou sequer o turismo. E também não são os moldes, as tecnológicas, ou até as energias renováveis. Não. A exportação nacional que mais tem contribuído para atenuar o nosso défice externo é... a nossa mão-de-obra. Todos os anos, dezenas de milhares de portugueses emigram para os mais variados destinos do mundo. Nos anos que se seguem, esses emigrantes trabalham e poupam nos seus países de acolhimento, enviando parte das mesmas poupanças para Portugal (as chamadas remessas). E é assim que, todos os anos, o nosso país recebe centenas de milhares de euros dos trabalhadores “exportados”. Nenhuma outra exportação nacional tem gerado tantas receitas para o país. 
    O problema é que, como em tudo, a exportação de trabalhadores nacionais precisa de ser competitiva. E essa competitividade tem-nos saído cada vez mais cara. Nos anos 60 e 70, o emigrante típico tinha poucas qualificações, de modo que não era muito caro “produzir” e “exportar” um trabalhador. Porém, o mundo mudou e agora os emigrantes portugueses têm de “competir” com chineses, indianos, ou cidadãos de outros países para emigrarem. E é assim que começámos a exportar muitos dos nossos trabalhadores mais qualificados. Actualmente, Portugal exporta licenciados, mestres e até doutorados em números tais, que já somos o segundo país da OCDE com a maior “fuga de cérebros”. 
    Resta saber se, no futuro, os custos dessa exportação para a economia nacional não serão bem maiores do que os benefícios.» (Álvaro Santos Pereira, Novembro de 2010)

3 comentários :

  1. bolas o jão basco inda nã emigrou

    bai pra Angola que chegas a director do programa nuclear

    e há tobernite à fartazana....

    centenas de milhares de euros para dezenas de milhares de emigrantes...

    os bossos emigrantes foram todos para a etiópia e para o haiti?

    na Suiça para 900 mil euros
    bastam uns centos de emigrantes
    (igual a 25 mil Joões Bascos...percebi o raciocínio)

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  2. Anónimo cobarde,

    Já que me mandas emigrar, e me chamas pelo meu nome, não queres dizer o teu nome?
    Vê lá se tens coragem de dar a cara pelo que dizes.

    És um rato.

    Vai mas é tratar o teu problema psiquiátrico.

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