sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Matthew Chapman

Ouvi isto recentemente pela primeira vez. Matthew Chapman é o primeiro americano a levantar este problema, que eu discuto com os meus alunos todos os anos, sem conseguir que me percebam: a existência das igrejas evangélicas depende da inexistência de segurança social.

4 comentários :

  1. Bem, penso que "evangélico" é simplesmente um forma peculiar de dizer "protestante", e nos paises protestantes europeus não há falta de segurança social

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  2. Miguel Madeira,
    «protestante» usa-se tanto para as igrejas protestantes clássicas (luteranos, calvinistas e talvez os anglicanos), como para as igrejas não conformistas (quakers, anabaptistas, unitários, adventistas, assembleístas, etc), que alguns chamam, com muita propriedade, «cristãos evangélicos».

    Notar que em Portugal há uma «Aliança Evangélica Portuguesa», que inclui as igrejas do segundo grupo referido. Não inclui os anglicanos ou os luteranos (que também existem em Portugal).

    Portanto, é perfeitamente correcto usar o termo «evangélicos» para os cristãos que também são protestantes mas não pertencem ao grupo das igrejas «protestantes» que se desenvolveram para serem igrejas de Estado.

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  3. Eu diria mesmo mais: a existência de fundamentalistas religiosos depende da inexistência de segurança social.

    MM, os "evangélicos" säo os fundamentalistas cristäos. Por isso os protestantes querem-lhes é distäncia!

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  4. Os evangélicos (baptistas, presbiterianos e pentecostals) aqui são os religiosos que tradicionalmente não estudam teologia (nem qualquer outra coisa). São pessoas com um talento especial para vender banha da cobra e ganhar fortunas à custa dos menos educados.

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