quinta-feira, 10 de março de 2011

Mas estavam à espera de quê?

Parece que certos personagens não estavam a contar que o Cavaco PR-2 fosse o exacto contrário do Cavaco PR-1. Ai pois. Não conheciam o historial do cargo? Ou não conheciam o Aníbal António?
Houve uma eleição, certo? Tentaram derrotá-lo? A sério? Suaram? Não? Então, agora aturem-no. Não necessita de mais nenhuma eleição na vida. Vai ser sempre a abrir...

6 comentários :

  1. «Como o Presidente acreditava precisar, para a sua reeleição, dos votos socialistas (durante os vários anos em que a esquerda correspondeu à maioria do eleitorado), Cavaco teve o cuidado de não afrontar este eleitorado com decisões consequentes em coerencia com a ideologia em que acredita. Cavaco pôs, para bem da esquerda, o cálculo político à frente das suas convicções pessoais.

    Num segundo mandato, no entanto, o mesmo não irá acontecer. Cavaco não corre o risco de não ser reeleito pois não poderá voltar a candidatar-se, faça o que fizer. E aí conheceremos o verdadeiro Cavaco Silva. Um presidente com uma acção coerente com as suas crenças, pois tal não exigirá qualquer coragem da sua parte.

    É importante, por isso, que Cavaco Silva não ganhe as eleições, mas que se as ganhar ganhe com o mínimo capital político que lhe for possível conferir.»

    Foram as minhas previsões, neste blogue:

    http://esquerda-republicana.blogspot.com/2011/01/porque-vou-votar-contra-cavaco-silva_20.html

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  2. Óbvio, João Vasco. Eu próprio disse o mesmo. Todos sabíamos que o segundo mandato seria muito diferente. Só a clique socrática é que parece não ver mais do que um palmo à frente do nariz.

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  3. O discurso de Cavaco Silva foi sensacional. Com o que é que não concordou, Ricardo?

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  4. «O discurso do Presidente tem dois problemas. O primeiro: naquilo em que o diagnóstico do Presidente Cavaco Silva está certo, as asneiras começaram com o primeiro-ministro Cavaco Silva.O segundo: as soluções são pouco mais do que frases vazias. E é normal que o sejam. Não esquecendo todas as responsabilidades do atual governo, nenhum diagnóstico que esquece a Europa e a crise internacional pode apontar para qualquer solução séria. Faltou a Cavaco Silva coerência com o seu passado, seriedade quanto ao presente e conteúdo quanto ao futuro.»

    Não concordo com tudo, mas com grande parte:

    http://arrastao.org/2196574.html

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  5. Desconfio que não concordei exactamente com aquilo de que o Nuno gostou.

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