sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Cacos do Império Britânico: Malvinas



Desde a rendição do general Charles Cornwallis aos exércitos francês e americano em 1781, o Império Britânico não se poupou a esforços para tentar manter a sua hegemonia. Desde o ataque a Toulon em 1793 que visava impedir que os ideiais republicanos se estendessem ao resto da Europa, até à guerra das Malvinas por iniciativa de Thatcher, passando pelo expediente da Commonwealth para manter as ex-colónias em regime light, o Império Britânico luta contra a sua extinção.

Aproveitando a distração concedida pelo governo de Merkel, o único país da UE com colónias no território da própria União (Irlanda do Norte e Gibraltar) voltou a lançar as garras às Malvinas: submarinos nucleares e o próprio Príncipe Guilherme. A família da Rainha que nunca fez um ato de contrição pelos anos de colonialismo de que foi responsável e o primeiro-ministro com tiques de extrema-direita contra os impostos na City, mostram ao mundo ao que andam. Com o Império Britânico não se brinca.

4 comentários :

  1. Dizer que a guerra das Malvinas foi por inicitiva da Thatcher é, no mínimo, um pouco impreciso. Não havia por essas bandas uns generais que gostavam de convidar políticos e sindicalistas de esquerda para uns voos de avião com mergulho no fim que tiveram a ideia?

    ResponderEliminar
  2. Falkland...terra dos falcões

    agora terra das Malvinas?
    toda a gente sabe que as Malvinas são brasileiras que vieram ganhar um balúrdio nos carnavais portugueses.

    Ser., iveLier..

    ResponderEliminar
  3. as malvinas foram a última oportunidade de videla manter o poder

    ao contrário de Bush a estratégia falhou e o ex-americano couraçado rebaptizado general Belgrano foi ao fundo o que ditou o fim das compras de lixo tecnológico para material de 1ªlinha

    agora as Falkland como a Olivença dos Reys são povoadas por gentes que perderam a afinidade com os antigos latifundiários...

    ResponderEliminar
  4. "voltaram a lançar as garras"?
    as garras nunca de lá saíram.
    como se diz acima, foi a argentina dos generais que "lançou garras". assim como a populista de agora defende. não sei se deverão ser essas as repúblicas que o 'esquerda republicana' defende.

    ResponderEliminar

As mensagens puramente insultuosas, publicitárias, em calão ou que impeçam um debate construtivo poderão ser apagadas.