domingo, 2 de janeiro de 2011

Revista de blogues (2/1/2011)

  • "LEGITIMIDADE REVOLUCIONÁRIA: Na sua autobiografia ("Under My Skin"), Doris Lessing oferece alguns exemplos de argumentos que eram por vezes usados, nos meios comunistas, para justificar a admiração e a legitimidade de autores desinseridos do cânone revolucionário:
  • D.H. Lawrence? Filho de um mineiro. (Logo, proletário.)
  • T.S. Eliot? Descrevia a decadência da burguesia, não era?
  • Yeats? Irlandês, logo membro de um povo oprimido.
  • Virginia Woolf? Mulher.
  • Orwell? «At that time [meados dos anos 40] he was being insulted by the Party, because he had told the truth about Spain. The trouble was some of us admired him. How did we get around this? I forget.»" (Alexandre Andrade)

1 comentário :

Sarcodina von Mastigophora disse...

Doris Lessing foi uma muito chata autora de ficção científica e um prémio Nobel muy .....

para justificar a admiração e a legitimidade de autores desinseridos do cânone revolucionário...pode-se arranjar exemplos de tudo

Marx foi muitas vezes também chamado pela sua falta de raízes
proletas

o manifesto e das kapital foram pretensamente subsidiados pelo proletário dos mares Jean Lafite

já agora o nome de um grande pensador que tenha sido proleta ou campesino toda su vida

ou mesmo parcialmente