sexta-feira, 9 de abril de 2010

Eu e os evangélicos :o)

Desde há uns anos que adoptei uma política de tolerância zero em relação à agressividade desta gente horrível. A maioria dos evangélicos é má, malcriada e metediça demais para o meu gosto. E estúpidos a raiarem a anormalidade.

Na semana passada estava a meter as minhas filhas e uma amiga no carro, num parque de estacionamento, e fui abordado por um homem que me queria vender uns bolos com um aspecto bastante manhoso. Eu disse-lhe que não queria bolos, muito obrigado, e ele disse-me que era para a igreja dele, eu disse-lhe que não queria os bolos, obrigado, e ele desatou a insistir que era para a igreja dele e a incomodar-me, a insistir com uma agressividade verdadeiramente irritante, já a insinuar que quem não ajuda a obra de Jesus… Perguntei-lhe se era evangélico, ele disse que sim e eu disse-lhe a rir que não dava dinheiro a evangélicos porque eles o estragavam imediatamente em despesas sumptuárias com os pastores deles. Ele perdeu a cabeça, declarou-me que eu ia para o inferno e perguntou-se se eu era cristão. Disse-lhe que não, que não odiava ninguém e que por isso não podia pertencer a nenhuma igreja, e que tinha pena que ele estivesse ali tão contente com a ideia de me ver a arder o inferno. Disse-lhe que nunca tinha aberto uma Bíblia, mas que tinha ouvido dizer que Jesus falava de amor, compreensão e perdão duas ou três vezes nela, e que me fazia pena vê-lo ali a odiar-me, com os olhos raiados de sangue, por uma superstição tão infantil como é o cristianismo. Perguntei-lhe se ele acreditava em Deus porque lhe tinham dito... Ele disse-me que falou com o Espírito Santo, eu pedi-lhe o telefone do Espírito Santo e ele desatou aos berros, a cuspir-se todo. Resolvi acabar com a conversa, não sem lhe ter dito, enquanto metia o carro a trabalhar, que adorava o Obama e que achava que o ódio dos evangélicos ao presidente era racista e mau, e que eles se deviam envergonhar, muito, de serem tão racistas e tão maus. Arranquei e deixei-o com os bolos, aos berros, impotente e chocado. Ainda o ouvi gritar: “Aposto que és daqueles que acreditam que a gente descende dos chimpanzéééés!

Um sonho.