terça-feira, 12 de julho de 2011

Assim, sim!

Eis a maneira correcta de amortizar a dívida numa situação algo desesperada: vender equipamento desnecessário, evitando despesas de manutenção, sem sacrificar nenhum interesse estratégico.

A ideia de Cadilhe, exposta em 2006, e em relação à qual se ouvem agora uns burburinhos, de utilizar as reservas de ouro para promover uma série de rescisões amigáveis de funcionários públicos que possam não ser necessários, pode envolver uma mudança de algumas regras, mas é sem dúvida adequada à situação actual e às ferramentas que temos para lhe fazer face.