sábado, 31 de março de 2012

Notícias da asfixia democrática

Um organismo público que pede aos seus funcionários para declararem as suas «afinidades políticas», «interesses económicos» e relações familiares no momento de renovarem o contrato?

1 comentário :

Miserere Dominus Meo (Box) disse...

é feio é olha se perguntassem ao vice-presidente de uma câmara se era o sogro o proprietário do terreno que a câmara comprou?

ou se um sub-sub-director no ministério do ordenamento e coiso e tal comprou uma empresa a uma sobrinha (por afinidade) com o dinheiro que supostamente recebeu por desvendar o traçado de uma via rápida qualquer...que seria feita sabe-se lá quando mas cujas expropriações iam começar daí a 8 ou 9 meses...

dantes liam-se coisas destas no tal e qual
mas isso eram anos 80

a partir daí só os freeports apareceram

mas houve tanto pequenino que enriqueceu e gastou tudo o que veio do ajuste directo

contrato para manutenção do parque de fotocopiadoras...500 contos/ano...? e eu recebo quanto?

duas centrifugadoras de 35000 contos e suplentes de 7000 contos para as cabeças das ditas cujas
e isso dá duas viagens adonde?
ó prima são só duas e eu só ganho 10%
não dá pra ir para muito longe...e lembre-se a prima que o primo só tem um mês de férias

e tamém há autarcas que vão a cuba...para depois levarem lá gente para ser operada

curiosamente não delegam num primo ou num funcionário antigo e conhecedor da lengua española...é gente desconfiada