terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Muitos Anders Breiviks

Em Florença, um fascista matou dois imigrantes senegaleses. Eram vendedores ambulantes num mercado. Conduziu até outro mercado e feriu mais dois. Depois suicidou-se.

Anders Breivik era um «louco isolado», não era? Os nazis alemães que mataram uma dezena de imigrantes também eram.

Quantas vítimas fizeram exactamente os islamofascistas na Europa, em 2011? Ah, esperem, o perigo agora são os anarquistas.

9 comentários :

Anónimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=0xOl9ok8nHY

Filipe Castro disse...

Acho que o Breivik é um anormal, como tantos outros anormais que andam por aí à solta, muitos deles violentos.

Acho que os islamofascistas mataram imensas pessoas, por exemplo na Turquia, onde os homicídios de honra são comuns.

E acho que a Europa está cheia de fascistas, em todos os países.

Anónimo disse...

Pq a UE tem um deputado pedófilo???

Nuno Gaspar disse...

E o marroquino de Liége? É islamofascista ou anarquista, Ricardo?

Ricardo Alves disse...

O marroquino de Liége, para já, parece doido. E esses sempre os houve. Os outros é que têm que ser convencidos a passar à violência.

OLHA AS COMBOIADAS disse...

e o belga de origem magrebina ou o gajo que assassinou a mulher à frente dos filhos e foi absolvido da matança aqui em Putogale?

ou outros tantos de ideologia free

Ricardo Alves disse...

O marroquino de Liége, para já, parece doido...ser amok é ser temporariamente louco

deu-me assim uma coisa e cortei o Alve's às tiras
fiz tiro ao Alve's foi na mouche

se fosse nos estados unidos pegava

cá em putogal a inin puta bilidade às vezes pega às vezes nem é preciso

basta os filhos e o asssassino con fesso nã dizerem nada em tribunal e escapam

Nuno Gaspar disse...

"O marroquino de Liége, para já, parece doido"

Muito bem. O marroquino assassino é maluco. O norueguês assassino é um activista político pleno de sanidade mental. Não és nada preconceituoso, Ricardo.

Ricardo Alves disse...

Nuno,
o Breivik publicou um manifesto e assumiu em tribunal as razões políticas do seu acto. O marroquino, que se saiba, não mencionou qualquer razão política para o seu acto. São factos.

Ricardo Alves disse...

São factos, não são preconceitos.