quinta-feira, 7 de abril de 2011

A quem beneficia o crime?

Os beneficiários imediatos da intervenção externa são os mesmos que a ordenaram: os bancos. Que não venham a sofrer com o FMI, mostra como o sistema é injusto e tem que ser alterado, desde logo fazendo a banca pagar um IRC a sério. Mas, independentemente da receita que agora será aplicada, vamos ter que pensar como evitaremos situações semelhantes no futuro. E persistir no modelo actual da UE, em que tudo é decidido em alemão e pensando apenas nos interesses dos países do ex-directório, será repetir um erro.