terça-feira, 5 de abril de 2011

Cavaco Silva e o terrorismo de extrema-direita

Um mercenário português, a cumprir pena em território nacional, declarou a um tribunal espanhol que Cavaco Silva «lhe deu ordem» para não falar dos GAL - o grupo terrorista que nos anos 80 matou elementos próximos da ETA ou tidos como tais. É «segredo de Estado» há um quarto de século. E quando um dia se souber a verdade?

6 comentários :

Filipe Moura disse...

"Terrorismo de extrema direita"? Julguei que os GAL fossem terrorismo de centro-esquerda!

Ricardo Alves disse...

Portanto, estavas mal informado. ;)

Filipe Moura disse...

Então informa-nos - tal como eu, de certeza que a maioria dos leitores pensa o mesmo dos GAL.

Ricardo Alves disse...

Filipe,
nem pensei que a pergunta fosse a sério.

Os GAL eram uma sobrevivência do franquismo dentro de instituições do Estado espanhol (serviços de informações e polícias). Como sabes, em Espanha não houve os «saneamentos» do nosso 25 de Abril. Que um governo do PSOE tenha tolerado/fechado os olhos/encoberto os GAL não torna o PSOE em mandante. A minha leitura, se queres saber, é que os do PSOE consideraram que não tinham espaço dentro das instituições para apear os franquistas que andavam a matar bascos separatistas. Mesmo assim, fizeram mal. Mas daí a atribuir uma ideologia de centro-esquerda aos GAL...

Jhlots disse...

Amedo ha señalado a González, al exministro del Interior José Barrionuevo y al exsecretario de Estado de Seguridad Julián Sancristóbal como creadores de los GAL, y ha afirmado que contaron con el consentimiento de el exsecretario general de los socialistas vizcaínos Ricardo García Damborenea y otros cargos del PSE como Txiki Benegas o Ramón Jáuregui para atentar en Francia, una acusación que Amedo ha mantenido en otras ocasiones

one hundred trillion dollars disse...

e nosotros con esso
ou com bp