terça-feira, 26 de março de 2013

É cada vez mais difícil não ser germanofóbico

7 comentários :

  1. O comentário é do sr. Schauble, e não "da Alemanha" - não é uma posição oficial. eu responder-lhe-ia que os paraplégicos também sentem inveja de quem pode andar.

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    1. O sr. Schauble é Ministro das Finanças «da Alemanha». E foi eleito, ao contrário do sr. Gaspar.

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  2. Haja razoabilidade. Esse comentário só vincula o Sr. Schauble, não vincula todos os alemães, assim como os comentário do Dr. Vítor Gaspar, também não vinculam todos os portugueses.

    A Europa está longe de ser uma sala de aula, e se o fosse era obrigação dos que têm melhores classificações, de ajudar os que têm menos.

    Na Europa não faz sentido falar de melhores ou piores posições, porque quando afundarmos, afundamos todos, até os mais bem classificados.

    Desconheço o contexto da afirmação, presumo que seja já um contexto eleitoral em discurso para alemães de direita, muito dados a este tipo de analogias.

    PS - A referência à situação física do senhor parece-me de tão mau gosto como a afirmação que ele produziu. Não passam de momentos menos bons. Todos os temos, embora uns com mais outros com menos responsabilidade.

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    1. O ministro dos Negócios Estrangeiros do Luxemburgo também deve ser germanofóbico:

      «"Germany does not have the right to decide on the business model for other countries in the EU," Foreign Minister Jean Asselborn told Reuters. "It must not be the case that under the cover of financially technical issues other countries are choked."»

      http://www.reuters.com/article/2013/03/26/eurozone-cyprus-luxembourg-germany-idUSL2N0CI1FW20130326

      1) Concordo que é de mau gosto citar a situação física do sr. Schauble.

      2) Não se pode comparar Gaspar com Schauble no contexto de «vincular» os portugueses/alemães: o segundo tem eleitores, o primeiro não.

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  3. O ministro do desenvolvimento alemão até sugeriu pôr os pobres a comer carne de cavalo.

    Onde está o insulto? É só uma sugestão, claro...

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    1. Quando os alemães sugeriram que os gregos vendessem ilhas, também não queriam insultar.

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  4. À parte o imbecil tradutor da notícia original näo saber a diferença entre "classe" e "turma", o comentário do imbecil Schlaube é natural da Direita, e näo apenas da alemä.

    Ricardo, podias contrapor a estas declaraçöes as de outro alemäo, Martin Schulz, que combate os Schlaubes e Merkels dentro e fora da Alemanha.

    Por isso para mim é cada vez mais difícil não ser "direitofóbico"... ou "neoliberalofóbico". Que o Passos e Rajoy e restanto refugo tóxico näo säo alemäes.

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