domingo, 29 de setembro de 2013

1984 está cada ano mais distante

Estes programas que se baseiam em legislação secreta para invadir a nossa privacidade servem apenas para combater o terrorismo e não se prestam a abusos.
Podemos confiar em quem os usa, pessoas íntegras e capazes, que nunca colocariam em causa as nossas Liberdades fundamentais, e muito menos o regime Democrático. 

3 comentários :

  1. A minha mulher também costuma fazer uma coisa semelhante, com a tecnologia ao seu dispôr: quando eu não estou a ver, pega no meu telemóvel e põe-se a ler as mensagens enviadas e recebidas, e a lista de contactos recentes.
    Quero eu dizer com isto, este afã de vigiar as comunicações das pessoas amadas é algo de muito comum.

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  2. Sim, pois é. É esse o ponto.

    Criar estes dispositivos que invadem a privacidade das pessoas e depois estar à espera que sejam usados por "anjos" que nunca usariam estas infraestruturas para qualquer tipo de abuso de poder é ingénuo e perigoso.

    Muito antes desta notícia ter vindo a público, já vários defensores dos direitos civis avisavam que este tipo de abusos poderia acontecer. Mas não, claro que não, que quem trabalha nestas instituições são pessoas sérias, que existem controlos, que não temos de nos preocupar com abusos ainda piores. E depois não tarda nada estão a chamar «terroristas» a qualquer jornalista inconveniente, e a usar Drones para matar cidadãos do seu país sem julgamento nem ameaça eminente com base em legislação secreta. Bolas! Não é não tarda nada, é já aconteceu.

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  3. Lembro-me de há tempos um helicóptero da polícia de uma cidade americana (creio que Nova Iorque) ter usado a câmera microondas de visão nocturna para espiolhar o que um casal estava a fazer na intimidade do lar e que arriscou vir para a varanda do seu apartamento no cimo do prédio, à noite.

    Foi puro voyerismo da parte das forças de segurança. O uso daquela câmera também estava sujeito a regras de respeito da privacidade...

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