Há muitos monárquicos que o são apenas por embirração com o período de 1910 a 1926. Tem a ver com hereditariedades (o avô que achava que era aristocrata) ou clericalismo (quem toca na ICAR, nem que seja com uma flor, põe em causa o equilíbrio cósmico!). Outros terão razões de princípio.
Ser republicano deveria ser independente do melhor ou pior juízo que se faça das atribulações da 1ª República (e quem isto escreve, acha que Afonso Costa pode ter sido o melhor primeiro ministro do século 20).
Afinal, uma diferença fundamental entre ser republicano e monárquico é que, para nós, o que interessa é o futuro.