quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Para marcar a ocasião

É comum sentir algum grau de obrigação em divulgar aquilo que é silenciado pela violência ou ameaça de violência.
Assim, não quero deixar de assinalar esta notícia com as seguintes imagens:




5 comentários :

  1. Aquelas imagens que pretendem ser de muçulmanos com turbantes são ridículas e mostram o desconhecimento cultural de quem as fez. A imensa maioria dos muçulmanos não usa turbante. Quem usa turbante por motivos religiosos são os sikhs - adeptos de uma religião que nada tem a ver com o islamismo.
    É claro que há alguns árabes que usam turbante - os beduínos, que habitam o deserto como nómadas. Mas trata-se de uma pequena minoria dos árabes. E o profeta Maomé, que sempre habitou em cidades, não era certamente parte dessa minoria.

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    1. Quis reproduzir alguns dos cartoons em relação aos quais existiram tentativas de silenciamento, independentemente da qualidade dos mesmos.

      Se a resposta social a uma tentativa de silenciar algo pela força for esta, será mais difícil que alguém queira fazê-lo, pois estará a dar um gigantesco megafone à ideia que quer calar.

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    2. Luís Lavoura: desde quando os cartunes são um retrato fiel da realidade?

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    3. Claro que os cartoons não são uma representação fiel da realidade, acontece porém que, neste caso concreto, ao desenhar um muçulmano como sendo um homem de turbante, transfere a ira contra os muçulmanos para os sikhs, os quais nada têm a ver com o assunto. Ou seja, a ignorância cultural causa um dano concreto a pessoas que nada têm a ver.

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    4. Transfere a ira para os sikhs? Mas que ira tão organizada.

      Pesquise-se por ayatollah e mullah e veja-se as imagens que se encontram. Estas pessoas são as que ilustram, no ocidente, a imagem do extremismo islâmico há muitos anos.

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