quinta-feira, 7 de outubro de 2010

singularidades de um atraso de 100 anos

Naturalmente que os tristes mas importantes dados que o Rui aqui salienta, e muito bem, não podem deixar de ter as suas consequências singulares. Nesse sentido, e englobado no que de outra forma seria uma notícia de puro júbilo, alguém me pode explicar o que raio se está a passar aqui ao minuto 00:25??



4 comentários :

  1. Queres dizer o feitiço? :o)

    Faz-se sempre um feitiço quando se inauguram estas coisas. Acho que a Leonor Beleza a seguir sacrificou duas galinhas.

    Já não me lembro bem, mas acho que o irmão dela foi para a prisão por ela, não foi?

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  2. a culpa é da monarquia, como é acima bem recordado pelo Filipe Castro. ;)

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  3. a culpa é do povo....
    educar na família na escola na vida

    esta escola continua a ser a da deslialdade e de mentira, é a da subserviência, com todos os artifícios e embustes necessários para se disfarçar o que não se estudou e o que não se compreende

    é assim que se formam os ociosos, os noctívagos, os encostadores, os doentes de alma, os fracos de carácter

    a dura higiene não é incluir, mas segregar para melhor acompanhar os cábulas

    Agostinho de Campos em 1920
    último director Monárquico

    (1906-1910)
    1894 a lei consagra o princípio de que o objecto da educação é o ensino e não o exame

    1901funda-se o curso do magistério secundário, isto é reconhece-se que os educadores, necessitam de preparação

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  4. 1907-1910 o estado gasta 120 contos de réis para apetrechar as escolas e as leis de 1894-96 deixam de ser letra morta

    descentraliza-se a escola e a regência interina das escolas pelos reitores

    1911 diminui o número de feriados ordinários e extraordinários

    o desconxavo de 1908 pelo qual sob a capa da economia se dificultou o trabalho sobrepovoando as turmas

    isto é Agostinho de Campos analisa os erros não da monarquia ou da república mas de um sistema
    de que foi brevemente director e não conseguiu reformar

    devido à inércia
    atende-se principalmente à formação do carácter do aluno

    o professor deve ser educador e não leccionista e o liceu não deve reter durante quási todo o dia o aluno e limitar-se a ensinar-lhe línguas e sciências

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