sábado, 27 de junho de 2009

pme's sem estratégia versus a estratégia das pme's

«[...] Manuela Ferreira Leite acredita que a solução está no apoio às PME’s. É a resposta à progressiva “deslocalização” das grandes empresas que levaram milhares de trabalhadores a perderem o emprego. As PME’s não tem planos estratégicos para o desenvolvimento do País, não têm um coordenação eficiente e os investimentos aí feitos serão difíceis de controlar e fiscalizar. É o deslizar da regulação dos mercados, para o lado “empreendorismo” amador, onde a gestão é rudimentar e muitas vezes familiar (não qualificada). [...]

As PME's que "merecem" o apoio financeiro - mas não é disso que o PSD fala - são as da área tecnológica sofisticada que, como sabemos, criam reduzidos postos de trabalho, altamente qualificados. Essas PME's investem na investigação e na inovação. O tecido empresarial português com inumeras PME's é diversificado e importante mas terá que acompanhar as mudanças tecnológicas e os "novos" mercados. Isso exige formação e anos de crescimento. [...]»


[Ponte Europa --- Junho 13, 2009]

«[...] [D]e 2005 a 2009 [...] Portugal foi o país da Europa em que a despesa em I&D mais cresceu recentemente, a qual passou a representar globalmente mais de 1,2 por cento do PIB nacional [...]

Houve não só um crescimento "inédito" em Portugal do número de empresas com actividades de I&D, que duplicou nos últimos quatro anos, como também um "grande" aumento do número de investigadores a exercer funções nas empresas, tendo sido registados 8.639 em 2007. [...]

Portugal oferece hoje, segundo o ministério, o sistema de incentivos fiscais às empresas "mais competitivo" da Europa, facilitando uma dedução fiscal que pode atingir 82,5 por cento do investimento em I&D. [...]»


[Ciência Hoje --- 2009-06-17]

1 comentário :

Nuno Gaspar disse...

Aposto que quem escreveu isto ou é funcionário público ou trabalha em empresa pública de mercado oligopólico desnacionalizada.