Dr.ª Manuela, Público, 21 de Maio de 2008
Visão para o país
- ‘O país não tem dinheiro para nada.’
Dr.ª Manuela, TVI, 1 de Julho de 2008
- Interrogada sobre quais os serviços públicos que podem ser entregues à gestão e exploração privada, a líder do PSD responde: ‘Em princípio todos, à excepção das verdadeiras funções de defesa de soberania – a Defesa, a Segurança, a Justiça e os Negócios Estrangeiros. Esses penso que não podem ser entregues a nenhuma gestão e exploração privada. Todos os outros evidentemente podem.’
Dr.ª Manuela, Público, 23 de Maio de 2008
- ‘Qualquer trabalho que se arranje tem sempre um aspecto de precariedade’, esse aspecto é ‘positivo’.
Dr.ª Manuela, Lusa, 27 de Maio de 2008
- ‘Ora, não há forma de corrigir este desequilíbrio a não ser pela restrição à concessão de crédito com o consequente agravamento dos respectivos encargos. […] Qualquer destas consequências implica um desincentivo ao crescimento económico.’
Dr.ª Manuela, Expresso, 28 de Junho de 2008
- ‘Trata-se de um típico caso de uma promessa política demagógica porque ela é provavelmente inexequível para a maioria dos que dela realmente necessitam. […] Mas discordo ainda desta decisão porque entendo que todos os apoios desta natureza que são dados directamente aos beneficiários […] não são eficazes do ponto de vista social, o que deve ser o objectivo pretendido. […] Acredito que a eficácia dos apoios não passa por subsídios directos, mas antes pelo impulso efectivo às instituições que, por uma questão de proximidade, podem prestar serviços directos […]’
Dr.ª Manuela, Expresso, 4 de Março de 2006
- ‘A política da saúde vai ter muita dificuldade em ser financiada da forma como é. Considero que o SNS gratuito ou tendencialmente gratuito para todos é um aspecto que provavelmente vai ter de ser revisto.’
Dr.ª Manuela, Lusa, 26 de Maio de 2008
- ‘A família tem como objectivo a procriação. […] Admito que esteja a fazer uma discriminação porque é uma situação que não é igual. Chame-lhe o que quiser, não lhe chame é o mesmo nome. Uma coisa é o casamento, outra é outra coisa qualquer.’
MFL, TVI, 1 de Julho de 2008
- ‘Qual deve ser o grau de empenhamento do Estado no combate ao problema da violência doméstica?’
Dr.ª Manuela: ‘Não creio que ele se resolva. Tem de ser acompanhado e tem sempre de ser tido em atenção que é um fenómeno que existe.’
Público (28 de Maio de 2008)
- Inquérito do Público aos candidatos à liderança do PSD (26 de Maio de 2008). Tema A Justiça de instituir a paridade por lei.
Resposta da Dr.ª Manuela: ‘Não e não’. [...]»
[Câmara Corporativa --- Junho 07, 2009]
7 comentários :
O terror, mesmo!
Esta mulher é um perigo se alguma vez chegar a primeira-ministra do nosso país, mas acho que se o governo quer evitar isso, uma das estratégias deverá ser deixar que o adversário (ela) cometa erros (o que não é muito dificil) para depois os atacar com os argumentos contrários. Manuela Ferreira Leite já disse muita coisa contrária aos valores democráticos e de esquerda dos portugueses.
Mas também entre ela e Sócrates a diferença não é abissal, como o nosso primeiro-ministro demonstrou ao longo destes 4 anos de governo.
space_aye: sócrates pode não ser flor que se cheire, mas nos pontos indicados no post parece-me que a diferença entre ele e mfl é mesmo muito grande...
primeiro parecia a Manuela Moura Guedes, só depois percebi que era a Manuela Ferreira Leite, podia estar indicado... afinal são as únicas pessoas cuja inteligência se pode confundir...
Sócrates, independentemente do que se pense dele, está a milhas de Manuela Ferreira Leite. Se já tivemos um cheiro dela como Ministra das finanças, nem quero imaginar como Primeira-Ministra...
Ao fim de 10 meses já todo o país suspirava pelo Guterres, e nós sabemos que o seu Governo não foi eficaz...
Privatizar tudo. Adorava saber o que é que os faz pensar que as pessoas são incompetentes e desonestas se forem gestores públicos, sujeitos ao escrutínio dos votos, e competentes e honestos se ninguém lhes puder tocar. :o)
"Privatizar tudo. Adorava saber o que é que os faz pensar que as pessoas são incompetentes e desonestas se forem gestores públicos, sujeitos ao escrutínio dos votos, e competentes e honestos se ninguém lhes puder tocar. :o)"
pois é. e quando se privatizam as coisas acabam-se os jobs for the boys, o que é uma chatice. deixar de ver tipos na administração da pt ou da galp a ganhar milhares por serem amigos de alguém do governo tem efeitos muito nocivos na produção. pois. é que os gestores públicos só estão sujeitos ao "escrutínio dos votos" na medida em que dependem dos votos que os amiguinhos têm para manter o emprego. a competência é secundária.
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