sexta-feira, 12 de junho de 2009

from midwest to california?

11 comentários :

Ricardo Alves disse...

É um mapa curioso. Mas limita-se a preencher os países em função do partido dominante, o que faria sentido num sistema eleitoral "winner-takes-itl-all" como os EUA, mas faz pouco sentido na UE.

ricardo s carvalho disse...

"winner takes it all" é para o senado, não para o congresso. de qualquer forma, a california europeia parece-me ser mesmo sem sol e praia :-)

João Vasco disse...

Além do senado, também é winner takes it all para o colégio eleitoral que elege o presidente, e é nessa situação que é mais comum os europeus verem os mapas dos EUA com os estados azuis e vermelhos.

dorean paxorales disse...

apesar da cor, a suécia parece ter perdido o entusiasmo.

Filipe Castro disse...

Mesmo assim dá que pensar. Os partidos maiorotários em quase toda a Europa são os que defendem o sistema americano (cada um por si) e têm paulatinamente vindo a destruír a classe média.

Claro que o medo dos emigrantes é um factor importante, mas é interessante ver a classe média votar contra si própria, como aqui.

ricardo s carvalho disse...

dorean: infelizmente é como na california. apesar da longa tradição de vanguarda democrata, acabaram por se contentar com um ... governator. e nada de o defender só por ser austríaco ;-)

Space_aye disse...

From Lisbon to Bucharest

Space_aye disse...

Quem fez esse mapa não devia ter posto o Chipre onde pôs.
Teria sido melhor pensado se tivesse colocado esse país a um canto dentro de um quadrado, já que não pretendia alargar o mapa até ao Médio Oriente.

Ricardo Alves disse...

Embora o Chipre seja um Estado asiático, há muito quem não goste de recordá-lo.

Anónimo disse...

Neste resultados há uma diminuição dos eurocepticos, dos liberais e uma diminuição muito significativa (cerca de 50 deputados) do Parido Socialista Europeu (Left-center).

O grande vencedor é a direita em geral que tem uma vantagem esmagadora no seu conjunto, entre conservadores, social-democratas, populistas, democratas-cristãos, entre outros.
E em particular o partido dos Democratas, populistas e Democratas-cristãos.

Se este partido continuar com uma abordagem europeísta moderada, teremos um mandato ameno, em que não se avançará, por via do PE ou da Comissão, e que abrandará ou suspenderá o processo europeu por um mandato. Se, por outro lado, a direita se sentir ameaçada nas suas nações, pode partir para um discurso mais radical e para movimentações anti-europeias.

Veja-se o debate curiosíssimo entre EU e USA no youtube...

Tárique disse...

A Suécia e a Dinamarca votaram contra os seus governos de direita.

A Suécia elegeu 1 (talvez 2) eurodeputados mais interessantes, Christian Engström e Amelia Andersdotter