sexta-feira, 27 de março de 2009

uma imagem vale mil palavras

5 comentários :

PQ disse...

Neste momento em que o estado é salvação, quer dos investidores quer dos cidadãos, não admiram estes resultados.

Anónimo disse...

PQ,do que é estava à espera?....mas,não estava à espera daqueles que correm 'riscos' e,na volta vêm mamar na teta do contribuinte!

Carlos Santos disse...

Desculpem mas eu tenho de convidar. Eu não me ria tanto há muito tempo. Foi o suicídio perfeito do neoliberalismo com dotes de requinte. A ignorância da direita sobre o mercado é atroz: http://tinyurl.com/d9g52y

Space_aye disse...

Até os bancos, veja-se! Mas não me surpreende muito, tendo em conta a crise.
O que mais me surpreende é o resultado no que toca ás escolas e universidades.
Estava á espera de pior opinião em relação á gestão publica destes espaços.

João Moutinho disse...

Esta do Estado a toma conta de nós não é de estranhar.
Faz-me lembrar o "Pátio das Cantigas" em que o Vasco Santana (ou a personagem) que ele representava protegia as crianças com um cartaz em que esta escrito "Salazar" (sujeito que veio a ser considerado pelo público votante como o maior português de todos os tempos).
Onde eu quero chegar é que o excesso de socialismo ou intervenção do Estado não possa ser um factor da reprodução da desigualdade social (ao contrário do que os seus defensores pretendem).
Estas alturas de crise são um tanto ou quanto nefastas em busca da protecção do Patrão (ou pater grande) ou de bodes expiatórios. Caso daqueles regimes nefastos surgidos nos anos 30.
Se queremos um Estado juíz não podemos tê-lo como reú ou acusador.
Embora neste caso dos Bancos assistimos à "proeza" de nacionalizar um roubo.